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Líder: conheça as sete dimensões da comunicação verbal

 

Saber se comunicar bem é um dos requisitos fundamentais para quem ocupa um cargo de chefia. De acordo com o autor do livro “As Sete Dimensões da Comunicação Verbal” (Ed. Gente), Reinaldo Passadori, a comunicação é essencial para que os papeis de líder e liderado se complementem, atingindo assim o resultado esperado.

Para o especialista, o bom comunicador tem consciência que está informando sem necessariamente emitir som. Segundo ele, a comunicação eficiente está relacionada, não apenas com a voz, mas com a apresentação, postura, clareza e segurança da informação que está sendo transmitida. Como não são todos os profissionais que são considerados comunicadores natos é possível desenvolver a habilidade.

“Mais do que nunca, as empresas estão tendo consciência da importância da comunicação no processo de liderança. A comunicação é uma competência que não é trabalhada pelas escolas. Estudos apontam que a maioria dos problemas dentro de uma empresa é causada por falta de comunicação. As pessoas buscam preparo técnico, como MBA, mas não desenvolvem a habilidade da comunicação”, afirma.

Sete dimensões
Para auxiliar os profissionais, Passadori elaborou um método que os ajuda a construir seu próprio estilo de comunicação. A medida é baseada em sete dimensões. Confira quais são:

Comunicação intrapessoal: este conceito trabalha a percepção que o profissional tem de si mesmo. Ele está relacionado com a autoestima e o autoconhecimento. “Se a pessoa não se gosta, como ela vai irradiar a sua energia?”, questiona o especialista. Para ele, a comunicação deve iniciar internamente, só assim é possível estabelecer interação com o mundo externo;

Comunicação interpessoal: está relacionada ao modo como o profissional enxerga o outro. Os bons comunicadores aceitam e respeitam as outras pessoas como elas são, mesmo que sejam diferentes deles. Pode parecer simples, mas colocar a ação em prática é bem difícil;

Comunicação vocal: a voz transmite o conhecimento do profissional. Neste conceito, o autor afirma que a pessoa tem de ter domínio sobre a sua fala. Para isso, é necessário estar atento a dicção, ao tom da voz e ao ritmo. A voz tem de ser assertiva, equilibrada e segura, assim as pessoas conseguirão entender a mensagem que é transmitida;

Comunicação corporal: se refere ao modo como o profissional se porta em diferentes situações, trabalha a expressão do rosto e do corpo e como movimenta as suas mãos. Neste conceito também estão incluídos a maneira como a pessoa se veste e sua elegância. Lembre-se: seu corpo também fala;

Comunicação técnica: esta dimensão trata das habilidades essenciais aos líderes que precisam realizar apresentações bem-sucedidas. A comunicação técnica está relacionada a todo o sistema de apoio necessário para realizar uma apresentação. O líder tem de fazer uso adequado destes aparelhos. Isso significa saber usá-los da maneira correta, ou seja, nem a mais e nem a menos;

Comunicação intelectual: está relacionada com a capacidade de unir os próprios conhecimentos, vindos da experiência, de estudos e da percepção das outras dimensões da comunicação;

Comunicação espiritual: não pode ser aprendida por meio de técnicas, já que está relacionada diretamente aos valores dos profissionais. “O líder tem consciência que seu papel influencia a vida de outras pessoas, por isso ele é guiado por seus valores”, finaliza o especialista.

Fonte: http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2131037-lider%20conheca%20sete%20dimensoes%20comunicacao%20verbal

 

O que a comunicação verbal pode fazer pela sua carreira?

Não são apenas os estudiosos que alertam para a posição de destaque assumida pela comunicação nos últimos anos. Cada vez mais percebo essa percepção no próprio cidadão comum, o indivíduo que já sentiu a necessidade de se comunicar e de se familiarizar às pressas com as novas e velozes ferramentas da informação. Isso seja na hora de disputar uma vaga no mercado do trabalho ou quando a comunicação é indispensável para cultivar relacionamentos. Perceba o quanto usamos a comunicação na hora de realizar a manutenção da nossa vida social.

Mas, isso não é de hoje. Em toda a história humana, sempre tivemos a comunicação como mecanismo único e necessário para a nossa evolução – quando expressamos necessidades, quando compartilhamos experiências, quando é preciso transmitir informações para obter cooperação e organização. Sem a comunicação, jamais poderíamos ser melhores hoje do que fomos ontem, tampouco avançar amanhã com relação a onde estamos hoje. A comunicação, desde o início da história do Homem, faz avançar o estágio das coisas, da nossa vida e do retrato da sociedade em geral.

Se mergulharmos fundo no tema, vai ser fácil perceber que, no final das contas, estamos em busca de algo maior: descobrir a nossa essência e ampliar a nossa consciência. Porque a comunicação serve para isso mesmo: transmitir qualquer espécie de conhecimento e, ao mesmo tempo, suprir a maior necessidade humana, a busca pelo infinito, talvez o divino. É nesse caminho que estabelecemos laç os de cultura e identidade.

Quero alertar para isso porque quando entendemos essa profundidade da comunicação, percebemos que ela necessita de amor e afeto para ser inteira, completa, integral. A comunicação, se respeitada e entendida como uma ferramenta a ser lapidada em cada um de nós, pode render bons frutos para o desenvolvimento pessoal e profissional. Principalmente em tempos de mudança, como este que experimentamos agora. Acredite: a mudança começa no ser humano, o protagonista das histórias que movem o mundo. E acho que todos preferem mudar para melhor.

Quem acha complicado lidar com o desenvolvimento da capacidade de se comunicar, muitas vezes aponta o crescente volume de informação corrente no mundo como o maior obstáculo. Mas, não adianta reclamar, esse volume não vai diminuir. A questão é outra: se a nossa forma de compreender o mundo e os meios de se relacionar com os outros está mudando na medida em que a comunicação se torna mais importante e mutante, precisamos buscar algo na essência. Precisamos perceber e desenvolver nossas capacidades de acordo com as novas ferramentas (afinal, ninguém quer correr o risco de ficar parado no tempo) e ir além. Isso significa se envolver com as dimensões da comunicação. Costumo apontar 7 dimensões na comunicação verbal. Confira abaixo.

A primeira é a intrapessoal, que tem a ver com a “ponte” que uma pessoa estabelece consigo mesma e até onde ela é capaz de trabalhar o seu comportamento e transformar a timidez em força para assumir confiança com entusiasmo.

A segunda dimensão é a interpessoal, que não é exatamente o oposto da primeira, mas engloba o diálogo, a importância do feedback, o elo com nosso interlocutor e a força da alteridade (a capacidade de se colocar no lugar do outro).

Outra dimensão é a vocal, que lida muito com o “como” dizer.

Para completar a lista, a quarta dimensão trata da comunicação corporal: até que ponto os nossos gestos e sinais são importantes para as mensagens sem palavras?

A dimensão técnica, por sua vez, tem a ver com os poderosos recursos para uma comunicação adequada aos ambientes e circunstâncias, mas, é na dimensão intelectual, que a produção dessa comunicação assume destaque quando somos capazes de planejar e preparar com propriedade as nossas apresentações.

Por último, e não menos importante, a dimensão espiritual se refere ao cultivo dos nossos valores para a busca de uma liderança pessoal e exclusiva neste estágio de “animal especial” alcançado pelo Homem, onde é concedida a cada um de nós a magnífica oportunidade de deixarmos a nossa marca no mundo.

Como você pode perceber, a comunicação nem é um bicho-de-sete-cabeças, nem é a coisa mais simples desse mundo. Por isso, ela tem que ser levada a sério, na sua profundidade. Hoje, somente com este mergulho que percorre as dimensões da comunicação poderemos aplicá-la à vida e ao trabalho. A comunicação desenvolvida tem poder suficiente para provocar mudanças positivas em nossas vidas. Mudanças movidas pela ética, pela dignidade e pelo amor.

Reinaldo Passadori (Especialista em Comunicação Verbal e presidente do Instituto Passadori, que já treinou mais de 45 mil profissionais na área).

Fonte: HSM Online

05/03/2010

Maus hábitos corporativos

 

Um profissional é o somatório de sua genética com o qu e aprendeu na família, na escola, na comunidade e nas empresas onde trabalhou. Tenho conhecido muitas pessoas com genética boa, mas com maus hábitos, o que acaba por prejudicá-las em suas carreiras. São pequenas mas desagradáveis atitudes que atrapalham muita gente e que acabam por desqualificar bons funcionários. Não basta ter conhecimentos técnicos ou gerenciais, é necessário APRENDER A TRABALHAR. Raramente se ensina para alguém como trabalhar e isto independe da atividade de cada um. Vale para qualquer profissão. Vejamos alguns hábitos muito ruins e freqüentes em nossos profissionais:

1.    NÃO ANOTAR: em alguns cursos, interrompo a aula e digo para minha platéia, que não toma nota de nada: “Vocês não estão assistindo a um show. Isto é um treinamento e quanto mais vocês anotarem, mais vocês aprenderão. Não adianta ficar de braços cruzados apenas me ouvindo”.

2.    NÃO UTILIZAR AGENDA: fico muito desapontado quando peço algo para uma pessoa ou quando marco uma reunião e ela não toma nota na agenda. Este mau hábito demonstra pouco caso com o compromisso assumido e aumenta a probabilidade do esquecimento.

3.    NÃO OUVIR: hábito deplorável, muito comum em diretores e presidentes. Quando você fala mais do que ouve, você pára de aprender e fica obsoleto. Ouvir o que outros falam é uma atitude que demonstra inteligência e respeito.

4.    NÃO DAR RETORNO: se uma pessoa não pode atender ao telefone ou responder imediatamente um e-mail, deve fazê-lo o mais rápido possível, preferencialmente no mesmo dia. Conheço pessoas que jamais dão retorno. Você tem que ligar uma segunda vez.

5.    NÃO SER PONTUAL: péssimo hábito, identificador de absoluta falta de respeito. Há pessoas que SEMPRE se atrasam. Observe a cara ridícula desta gente quando entra em uma reunião ou em um curso e atrapalha a todos!

6.    NÃO TER O MÍNIMO DE ETIQUETA – manifestar PRECONCEITOS, RACISMOS, atender o celular no meio de um curso, manter conversas paralelas em uma reunião.

7.    NÃO LER NEM ESTUDAR:
pessoas que não sabem  pesquisar nem ler nem estudar não são profissionais. São amadores que devem ser imediatamente descartados. Uma empresa não progride com gente ignorante trabalhando em sua equipe.

8.    SER DEFINITIVO DEMAIS: é a característica do burro por convicção. Ele tem opiniões formadas sobre todos os assuntos e jamais se permite análise crítica. Como “sabe tudo”, não aprende nada e permanece mergulhado em uma ignorância profunda.

9.    NÃO PERDER A PIADA: são aqueles caras engraçados que fazem todo mundo rir. Um circo de segunda classe talvez fosse o lugar mais adequado para esta gente. Ter bom humor é fundamental, mas estar sempre rindo e contando piadas (especialmente se for para debochar dos colegas ou da própria empresa) é característica de alguma patologia que mereceria ser investigada por um psiquiatra.

10.  NÃO SE PREPARAR PARA UMA REUNIÃO: são profissionais que vão para reuniões e para cursos “de mãos abanando”, sem qualquer tipo de preparo. Atitude deplorável, que prejudica a produtividade das atividades e atrapalha o grupo.

11.  PROCRASTINAR: o popular “empurrar com a barriga”. São os preguiçosos que sempre deixam algo para amanhã. Não fazem nada rápido e não tem senso de urgência. Ou improvisam deixando tudo para a última hora.

12.  SER ADEPTO DE FOFOCAS:
expor a própria vida privada e a dos outros. A fofoca, embora possa parecer inofensiva, tem efeitos muito nocivos na produtividade e no ambiente de trabalho.

13.  NÃO TER A VIDA FINANCEIRA ORGANIZADA: aquela velha máxima de deixar os problemas pessoais “atrás da porta” quando se entra no trabalho não funciona. Quem tem a vida financeira e pessoal desorganizada é um profissional de segunda linha, que frequentemente perde o foco  e a capacidade de concentração no trabalho.

14.  NÃO CUIDAR DA SAÚDE: noitadas, excesso de peso e falta de preparo físico não prejudicam apenas atletas, prejudicam qualquer profissional. Em um corpo cansado ou doente não existe lugar para o aprendizado e para a produção de boas atividades. Infelizmente pessoas que fumam ou bebem tê m este problema. Simples assim!

15.  NÃO CUMPRIR COMPROMISSOS: se você precisa entregar um trabalho em uma data definida, você deve entregar, nada menos do que isto. Não cumprir prazos é fatal para um profissional. Não tem tempo? Não gosto e não quero ouvir esta desculpa “furada”. Se não há tempo durante o horário normal, faça de madrugada, mas faça!

Ensinar a trabalhar! Talvez seja essa a “peça” que está faltando no currículo das escolas, no treinamento das empresas e nas conversas entre “pais e filhos”.

Autor: Paulo Ricardo Mubarack (Consultor de Gestão, Qualidade, Administração de Pessoas, RH, ISO9001 e Autor do Livro empresas nuas).

Fonte: http://www.cafecomnoticias.com.br/paulo-ricardo-mubarack-fala-sobre-os-maus-habitos-corporativos/

Como falar a linguagem do corpo

Dizem que demora apenas três segundos para causar uma primeira impressão. Isso porque você já estará sendo julgado por sua aparência e linguagem corporal, antes mesmo de abrir a boca. Na verdade, as pesquisas mostram que a comunicação é 55% linguagem corporal e 38% como você fala – seu tom de voz, volume, etc. O que deixa apenas 7% da comunicação como sendo realmente o que você fala.

Ante essas estatísticas, é importante prestar atenção a como os seus gestos, expressões faciais, postura e linguagem corporal em geral estão sendo percebidos pelos outros.

Interações do dia a dia
Quando você sorri, move-se com segurança e fica de pé com a coluna endireitada e seus ombros para trás, você realmente se convencer a ficar mais feliz, mais confiante ou aparecer mais alto e mais importante. E, se você consegue se convencer disso, com certeza pode convencer as pessoas ao seu redor.

Muitos gestos são feitos inconscientemente ou por hábito. Assim, o seu corpo pode estar enviando mensagens que você não quer ou, pelo menos, mensagens que você não gostaria que os outros vissem. Levitra precio Por exemplo, evite cruzar os braços na frente do peito, a menos que você queria que os outros pensem que você não quer contato, que está na defensiva ou está chateado. Ficar se mexendo, se coçando, pondo a mão no rosto e no cabelo, esfregando as mãos, batendo os dedos na mesa,… esses movimentos podem fazer com que você se pareça nervoso e pouco profissional.

Causando uma primeira impressão
Quando você conhece uma pessoa nova, é importante tentar causar uma primeira boa impressão, porque é muito difícil reverter uma primeira impressão ruim. Então, tente prestar atenção a suas expressões faciais, gestos e movimentos.

Primeiro de tudo, sorria. As pessoas irão interpretar isso como um gesto simpático, amigável. Isso não só vai ajudar você a se sentir mais relaxado, mas pode ajudar a outra pessoa a se sentir mais confortável, também. Apenas não exagere, ou você pode parecer artificial ou relaxado demais.

Em interações face a face, o contato visual é importante. Olhar para longe ou evitar contato visual pode revelar falta de interesse, de segurança ou de sinceridade. Pessoas mais confiantes fazem Western union location ARGENTINA mais contato visual. Então, aprenda a olhar as pessoas nos olhos, mas nunca faça isso por tempo suficiente para elas se sintam desconfortáveis.

Outra coisa que pode ajudar, por exemplo, em uma entrevista, é discretamente copiar a linguagem corporal do entrevistador. Isso ajuda a criar empatia e confiança. É claro que, assim como o sorriso e o contato visual, exagerar nessa prática pode deixar as outras pessoas desconfortáveis – ou fazer que elas achem que estão sendo imitadas.

Fazer uma apresentação
Quando você se apresenta para um grande grupo de pessoas, é natural ficar nervoso. Então, tente parecer calmo, para ter um pouco de confiança extra. Tente não ficar com a mesma expressão facial, sorria para relaxar a você e ao público, de quando em quando.

Outra coisa que um bom palestrante precisa fazer é capturar o interesse da plateia. Você pode conseguir isso inclinando-se levemente para frente, o que mostra que você está interessado em fazer contato com eles. Western union IRELAND agent location Fazer contato visual – tente com uma pessoa por vez – também fará que a plateia fique interessada.

Movimentos e gestos adequados são um bom jeito de mostrar seu interesse no assunto e transmitir a sua mensagem. Viagra pill Mas, ao se apresentar para um grupo grande, faça gestos maiores, mais exagerados do que o normal, para que possam ser vistos por todos no ambiente. Levitra vademecum Faça gestos com braços e ombros, não só com mãos e pulsos.

Ser um bom palestrante, parecer confiante quando você não está ou eliminar maus hábitos requerem treino, então, comece já. Se você não tem certeza de como você parece para os outros, filme-se. Você poderá ter uma surpresa com o resultado.

Fonte: Site HP

Lasier Martins provocou. Como a região vai reagir?

Fonte: www.gazeta670.com.br

Lasier Martins provocou. Como a região vai reagir Levitra precio ? Provocar. Eis a missão de Lasier Martins. Simpático e atencioso, o jornalista que todos Western union location ARGENTINA os gaúchos conhecem é um espelho popular ao microfone. Há os que concordam e os que discordam, mas todos o acompanham. Pois conversei com o “porta-voz dos gaúchos”, como muitos chamam, na sala da direção da Rádio Gazeta durante a tarde de terça-feira. A conclusão é uma só: temos a missão de conscientizar a população.

A frase dita pelo jornalista não se refere apenas à mídia, mas a cada cidadão. Temos que carregar o dever de esclarecer e abrir os olhos de quem não consegue enxergar. Não há donos da verdade e a ignorância não é mera opção em um país com tantos problemas sociais. Preocupar-se com o outro, portanto, é apenas uma das observações do comunicador que chama atenção por onde passa. Levitra vademecum

Simples, despojado, profissional e solícito. Lasier Martins não se deixou levar pela fama que, claro, sabe que tem. Ao trazer o projeto “Debates do Rio Grande” a Carazinho, através da parceria entre as rádios Gazeta e Gaúcha, o jornalista afirma que o debate provoca as pessoas a serem empreendedoras. Tira da zona de conforto e reforça a responsabilidade. Reativa o compromisso que muitos sabem e pouco fazem. Cutuca na ferida e reabre horizontes, desde que seja conduzido com este viés.

A entrevista que fiz com Lasier Martins, na íntegra, estará publicada amanhã na terceira edição do jornal impresso Gazeta Notícias, que circulará em Carazinho e na região. O bate-papo abordou diversos temas, em especial a política e as projeções para o semestre derradeiro para definir o futuro administrativo do país. Crítico fervoroso da demagogia e da busca desenfreada de votos, o jornalista é bem claro: os políticos têm espaço demais.

Lasier também cita as maracutaias, a conversa fácil e um ponto crucial: a falta de lideranças. Um contraste terrível para uma sociedade que precisa de heróis, mas vê os homens e mulheres sérios fugindo da política manchada pela vergonha da corrupção. A realidade foi comprovada na noite de terça-feira, quando lideranças empresariais e sindicais disseram que falta união, eficiência e atitude.

Esclarecer as pessoas sobre o papel de cada um para uma sociedade melhor é dever de todos. Aos líderes, porém, cabe ainda a necessidade de parar de pensar no próprio umbigo. Combater este vício é a primeira provocação para iniciar esta mudança. Um momento de altruísmo que cada um deve fazer. Western union IRELAND agent location Afinal, respeitar o próximo é cuidar de si. Temos, definitivamente, a missão de conscientizar e provocar para um futuro melhor.

LEANDRO BECKER

Coordenador de Jornalismo da Gazeta AM. Viagra pill
Membro JCI Carazinho
e-mail: leandro@gazeta670.com.br
Twitter: www.twitter.com/lbecker
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